quarta-feira, 29 de maio de 2013

Instituto especializado testa desempenho dos principais antivírus

Teste teve como objetivo descobrir quais aplicativos menos afetam o desempenho do sistema operacional.

Instituto especializado testa desempenho dos principais antivírus
A AV Comparatives, um dos institutos mais renomados para avaliação de aplicativos antivírus, realiza periodicamente teste comparativos entre softwares do gênero. No penúltimo deles, realizado no mês passado, a empresa apontou quais são os melhores antivírus da atualidade no mercado.
Neste mês, a empresa fez uma avaliação diferente, que teve como objetivo mensurar o quanto o funcionamento dos aplicativos influencia o desempenho do sistema operacional. Para chegar ao resultado final, diversos testes foram realizados, como cópia de arquivos, instalação e desinstalação de programas, codificação e decodificação, inicialização de softwares e download de conteúdo.
Os aplicativos escolhidos para o teste foram os seguintes:

Resultado final

Instituto especializado testa desempenho dos principais antivírus (Fonte da imagem: Divulgação/Av Comparatives)
A classificação proposta pelo AV Comparatives premia aqueles programas que perderam menos pontos ao longo dos testes. Dessa forma, quanto menor o número de pontos acumulados, melhor o desempenho do aplicativo. O gráfico acima mostra a linha de desempenho de cada um deles.
Empatados na liderança, os grandes vencedores do teste foram os aplicativos F-Secure, Kaspersky e Sophos, com apenas 0,4 pontos. Um pouco atrás, mas ainda com três estrelas na classificação final ficaram ESET, Avast, Symantec e Bitdefender.
O segundo grupo, composto por aplicativos que receberam duas estrelas na classificação, ficou com os seguintes programas: Avira, Panda, AVG, Emsisoft, Trend Micro, BullGuard e Vipre. Já o terceiro grupo, que recebeu apenas uma estrela de três possíveis, ficou com os aplicativos G DATA, Fortinet, McAfee, Qihoo e eScan. O software Kingsoft foi o único que ficou abaixo das expectativas nesse quesito.


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Conheça a TPP, a grande ameaça contra a internet

Reuniões secretas e documentos vazados colocam o novo acordo como herdeiro direto de projetos nada democráticos, como SOPA, ACTA e CISPA.


Conheça a TPP, a grande ameaça contra a internet
Todos aqueles que prezam pela liberdade na internet celebraram a derrota de iniciativas como ACTA, SOPA e CISPA, as duas primeiras nos Estados Unidos e a terceira na Europa.
Muitas manifestações e protestos depois, tudo indicava que a ameaça sinistra de um “Estado policial” na web havia sido vencida.
Mas a paz não durou muito tempo. Entre os dias 15 e 24 de maio, Lima, capital do Peru, será palco para encontro a portas fechadas entre representantes de governo de nove países. O tema da reunião é a Parceria Transpacífica, ou TPP (sigla em inglês para Trans-Pacific Partnership).
Oficialmente, a parceria é um acordo econômico internacional — mas ela pode significar bem mais do que isso. O material vazado na web sobre o tema traz um capítulo exclusivo sobre a propriedade intelectual e indica uma forte ameaça à liberdade na internet nos países signatários, o que gerou uma série de suspeitas em todo o mundo.

Nada de transparência

A Electronic Frontier Foundation (EFF), organização sem fins lucrativos sediada na Califórnia, Estados Unidos, que se propõe a proteger as liberdades civis na internet, levantou alguns pontos em relação à TPP. Ela define a parceria como “um acordo comercial secreto multinacional que ameaça estender leis restritivas de propriedade intelectual pelo mundo e reescrever regras internacionais para sua aplicação”.
O pouco que se sabe a respeito do acordo veio a público por meio de documentos vazados na web. O processo de elaboração da TPP vem sendo levado a cabo ao longo de encontros secretos nos quais nem público nem imprensa têm acesso, aumentando ainda mais a desconfiança em relação aos termos do acordo.

Vigiar e punir

Um dos itens mais graves apontados pela EFF é a questão de regras sobre direitos autorais tratada na TPP. Nenhum documento oficial foi divulgado, mas um texto datado de fevereiro de 2011 vazou recentemente e deixou todos em alerta. A EFF acusa o governo dos EUA de impor regras que restringem a liberdade na web em nome do combate à pirataria.
Conheça a TPP, a grande ameaça contra a internetO Tio Sam observa você. (Fonte da imagem: Eric Bidwell)
Se a Parceria Transpacífica for implementada, os países signatários obrigariam os provedores de internet a monitorar as atividades de seus usuários na web. Além disso, as companhias seriam obrigadas também a bloquear o acesso a páginas em que é possível encontrar conteúdo pirata, forçando as empresas inclusive a divulgar a identidade de quem acessou tal material.
A TPP trata, inclusive, da adoção de medidas criminais contra quem pirateia qualquer conteúdo na web, mesmo que sem fins comerciais. Além disso, um usuário flagrado com pirataria poderia, segundo a parceria, ser alvo de uma medida de resposta graduada (“three strikes”), tendo o seu direito à conexão com a web suspenso.

Ameaça à liberdade de expressão

Além da questão da espionagem, a ameaça à liberdade de expressão na web é outro fantasma ressuscitado pela TPP. A EFF garante que, segundo o material vazado na internet, os provedores deveriam notificar um usuário sobre o uso de um conteúdo ilegal, retirando-o do ar.
Isso tudo deve se tornar economicamente insustentável para os provedores, o que acabaria por encarecer o uso da internet. “Ao oferecer plataformas grátis ou de baixo custo que permitem a todos alcançarem a audiência de milhões, os provedores de internet democratizaram a mídia e possibilitaram que ideias se espalhassem rapidamente, sem os porteiros da mídia tradicional”, garante a EFF.
Além disso, qualquer material acusado de ser pirata poderia ser retirado do ar imediatamente, antes mesmo de comprovada a sua ilegalidade — abrindo margem para a violação do direito básico de liberdade de expressão.

Restrições de direitos autorais

Os termos relacionados a direitos autorais da TPP ainda trazem outros pontos obscuros, como tratar cópias temporárias de qualquer material sem a autorização dos detentores dos direitos autorais como violação desses direitos. Uma proposta de criminalização da cópia temporária já foi rejeitada por uma cúpula de países em 1996.
Conheça a TPP, a grande ameaça contra a internet (Fonte da imagem: iStock)

Ingerência estrangeira

Além dos EUA, a TPP é composta por outros 11 países: Canadá, Chile, México, Peru, Vietnam, Singapura, Japão, Brunei, Malásia, Austrália e Nova Zelândia. Além de ameaçar a liberdade na rede e criminalizar praticamente qualquer tipo de cópia na web, a EFF acusa a parceria de ingerência em assuntos e legislações próprias.
“Essas leis não são apenas ruins em políticas públicas, mas têm o potencial de colidir com a soberania nacional impondo, através de um processo não transparente, mudanças significativas nas leis existentes”, garante a entidade.
Exemplo disso é o caso das travas digitais. O acordo determina que os países signatários não devem agir para eliminar a restrição de região presente em mídias físicas, como discos de filme e de jogos. Com isso, países como a Austrália e Nova Zelândia teriam que rever suas leis de direitos autorais, aprovadas em 2007 e 2008, que eliminam codificação de região em DVDs de filme, jogos eletrônicos e reprodutores de mídia.
A EFF elaborou um infográfico (em inglês) fazendo um resumo da Parceria Transpacífica e suas ameaças à liberdade e à criatividade na internet — clique para ampliar.
Conheça a TPP, a grande ameaça contra a internetAmpliar (Fonte da imagem: Reprodução/EFF)
Durante a reunião realizada em fevereiro de 2011, no Chile, grupos organizados da sociedade civil solicitaram aos participantes do encontro que o debate em torno da parceria se tornasse público, o que não foi atendido.
Somando isso às iniciativas mais recentes do parlamento dos Estados Unidos e de outros órgãos do governo, como o desejo do FBI de espionar usuários da grande rede em tempo real, o que fica é a impressão de que o cerco em torno de uma web livre está se fechando cada vez mais.


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McAfee apresenta o LiveSafe, sua nova solução em segurança digital

Serviço pode ser utilizado em múltiplos dispositivos e estará disponível a partir do mês de junho.

Em um evento realizado na manhã desta terça-feira (14), a McAfee reuniu a imprensa para anunciar oficialmente a chegada de sua nova solução em segurança digital em múltiplos dispositivos – a primeira do mundo a permitir uso ilimitado em quantos gadgets o consumidor desejar.
Apelidado de LiveSafe, o serviço foi elaborado levando em conta o crescente número de pessoas que utilizam cinco ou mais aparelhos eletrônicos durante seu dia a dia, geralmente se esquecendo de prevenir-se corretamente em cada um deles.
Com aplicativos compatíveis para WindowsMacAndroid e iOS, o diferencial do LiveSafe fica por conta de seu painel de gerenciamento, no qual você pode administrar detalhadamente as políticas de segurança de cada um de seus dispositivos equipados com o software. Para acessar tal painel, é possível utilizar autenticação por voz, reconhecimento facial, identificação biométrica ou um PIN numérico — tudo depende da sua preferência.
McAfee apresenta o LiveSafe, sua nova solução em segurança digitalSolução pode ser usada em quantos dispositivos você desejar (Fonte da imagem: Reprodução/TecMundo)

Proteção de senhas e documentos

Além de proteger os dispositivos do usuário contra os mais diversos tipos de malwares, spywares e outras pragas virtuais, o LiveSafe conta com dois recursos preparados especialmente para evitar perda de dados importantes e informações pessoais confidenciais.
O primeiro deles é o McAfee SafeKey, uma espécie de catálogo de senhas que se sincroniza entre todos os seus gadgets e permite que você faça login automático em sites variados da web (como provedores de email ou redes sociais). Dessa forma, você só precisa se lembrar da password utilizada para acessar o seu painel pessoal, mantendo todas as outras senhas guardadas em um lugar seguro.
A outra funcionalidade que merece destaque é o McAfee Personal Locker, que atua como uma espécie de Dropbox voltado especificamente para o armazenamento de cópias digitais de documentos (como registros financeiros, passaportes, carteiras de identidade etc.).
Tais arquivos são criptografados e guardados em uma pasta remota, sendo necessário fazer a mesma autenticação de voz/rosto/impressão digital para acessá-la. O espaço para armazenamento é de 1 GB.

McAfee apresenta o LiveSafe, sua nova solução em segurança digital (Fonte da imagem: Divulgação/McAfee)Segurança contra roubos

O LiveSafe também integra-se totalmente ao Intel Anti-Theft, recurso presente em laptops equipados com processadores da família Core i. Dessa maneira, caso você perca ou tenha seu dispositivo roubado, é possível bloqueá-lo remotamente a partir do seu painel de gerenciamento, que por sua vez pode ser aberto até mesmo em seu celular. Mesmo que alguém consiga retirar o disco rígido da máquina e instalá-lo em outro lugar, essa pessoa não conseguirá ter acesso aos seus dados confidenciais.

Disponibilidade

Chegando ao mercado no dia 9 de junho, o McAfee LiveSafe já estará integrado em alguns notebooks, ultrabooks e PCs da Dell (e futuramente em gadgets de outras fabricantes), com a adição de R$ 59,90 em cima do valor original do equipamento. Caso você não pretenda adquirir um novo aparelho eletrônico, será possível comprar uma licença válida por 12 meses pelo preço sugerido de R$ 159,90.

Como adicionar uma senha no seu pendrive para deixá-lo mais seguro

Aprenda a proteger seus arquivos pessoais utilizando um aplicativo simples e gratuito.
Como adicionar uma senha no seu pendrive para deixá-lo mais seguro
Segurança digital é uma coisa séria. Embora muitos ignorem o fato de que suas informações pessoais e seus documentos confidenciais estão correndo risco constante de serem roubados por pessoas mal-intencionadas, é de suma importância utilizar todos os meios disponíveis para proteger seus dados mais importantes – independente do local em que eles estão armazenados.
Mesmo com o advento dos serviços de armazenamento na nuvem, os bons e velhos pendrives continuam sendo líderes do mercado quando é assunto é armazenamento portátil. Todavia, esses pequenos dispositivos são extremamente frágeis no quesito segurança. Se você perdê-lo, a pessoa que eventualmente encontrá-lo terá suas fotos, seus vídeos e seus documentos na palma da mão, totalmente desprotegidos.
No tutorial a seguir, você aprenderá como adicionar uma senha no seu pendrive através de um software gratuito conhecido como USB Safeguard. Assim, evita-se que suas informações acabem caindo nas mãos de pessoas desconhecidas, permitindo que você fique mais tranquilo caso algo aconteça com seu dispositivo de armazenamento.

Primeiros passos

Antes de tudo, será necessário baixar o USB Safeguard e salvá-lo diretamente no pendrive que será protegido. Clique no botão abaixo para visitar a página de download do software.
Baixar USB Safeguard Portable
Atenção: a versão gratuita do USB Safeguard suporta apenas pendrives com até 2 GB de armazenamento. Para usufruir do aplicativo em gadgets com maior capacidade, é preciso adquirir a versão Premium, que atualmente custa US$ 32 (cerca de R$ 65).
Execute o arquivo baixado para iniciar o processo de proteção. Importante: o USB Safeguard irá formatar seu pendrive a fim de protegê-lo com a senha. Por isso, faça um backup antes de prosseguir. Quando estiver tudo pronto, marque as duas opções da janela de termos de uso (como na imagem abaixo) e clique em “Continue”.

Como adicionar uma senha no seu pendrive para deixá-lo mais seguro

Registrando sua senha

Assim que a formatação for concluída, o USB Safeguard abrirá automaticamente sua interface principal, na qual é necessário inserir duas vezes a senha desejada. Em seguida, clique em “Lock”.
Como adicionar uma senha no seu pendrive para deixá-lo mais seguro
O programa irá perguntar se você deseja criar uma chave de recuperação, um arquivo que pode ser salvo em seu computador e que permite que você acesse o pendrive caso acabe esquecendo a senha utilizada para trancá-lo. Trata-se de um recurso totalmente opcional.
Como adicionar uma senha no seu pendrive para deixá-lo mais seguro
Retire e insira o pendrive para confirmar que ele já está protegido. Se tudo deu certo, todos os arquivos guardados no equipamento devem estar invisíveis – menos o executável do USB Safeguard. Da mesma forma, não será possível adicionar novos documentos no pendrive.
Para desbloquear o acessório, basta executar o aplicativo e inserir a senha registrada. Todo o conteúdo armazenado será revelado e você poderá usar o gadget normalmente. Apenas lembre-se de trancar o pendrive novamente cada vez que for guardá-lo, também através do arquivo executável do USB Safeguard.


Fonte: http://www.tecmundo.com.br/como-fazer/39702-como-adicionar-uma-senha-no-seu-pendrive-para-deixa-lo-mais-seguro.htm#ixzz2UhK4YCUQ

Hackers do LulzSec são condenados à prisão no Reino Unido




Quatro participantes do movimento de ativismo digital foram condenados por causa de ataques de negação de serviço a grandes empresas.
Tempos atrás, algumas das maiores empresas do mundo foram vítimas de ataques virtuais, e nos mais diversos campos de atuação. Isso ficou marcado como um dos períodos mais ativos dos hackers ligados ao Anonymous e ao LulzSec. Mas nem todos passaram ilesos pelo caso, pois muitas prisões aconteceram. Agora, mais quatro hackers foram condenados por seus crimes virtuais.
Viral, Kayla, Topiary e T-Flow (todos codinomes utilizados pelos hackers) faziam parte do LulzSec e foram condenados à prisão no Reino Unido. As sentenças variam entre um e três anos. Entre as principais acusações movidas contra eles, podemos citar uma pequena lista de empresas que teriam sofrido danos por causa de ataques de negação de serviço: Sony, Fox, Nintendo, CIA e vários outros sites governamentais britânicos.
Todos os ataques aconteceram entre os anos de 2011 e 2012, mas somente agora eles foram levados ao tribunal do Reino Unido. Apesar de as sentenças serem referentes a até três anos de detenção, é possível que todos saiam da cadeia após cumprimento de metade do período. 


Nova verificação de segurança em duas etapas do Twitter está no ar

Sistema oferece mais proteção na hora de fazer login, solicitando, além da senha, um código específico que é enviado para o seu celular.

O Twitter anunciou nesta quarta-feira (22) que já está em vigor o sistema de autenticação de dois fatores na rede social. O método pretende incrementar a segurança de quem usa o microblog, adicionando um novo passo na hora de fazer login, mais personalizado, reduzindo bastante as chances de hackers invadirem a sua conta.
O sistema é bem simples e não é obrigatório, ou seja, você só usa se desejar. Para isso, o Twitter lançou um vídeo bem didático no YouTube, no qual explica como usar o novo método. Nas configurações do serviço, você precisa cadastrar o número do seu telefone celular e ativar a opção “Exigir um código de verificação para entrar”.
Nova verificação de segurança em duas etapas do Twitter está no arNova função incrementa a segurança no login do Twitter. (Fonte da imagem: Reprodução/Twitter)
Depois, sempre que você fizer login no Twitter, um código aleatório será solicitado pelo serviço. A combinação de caracteres será enviada para o número de celular cadastrado em sua conta, garantindo assim a total segurança do processo. No Brasil, o serviço atualmente está disponível apenas para quem tem linha telefônica da TIM ou da Nextel, as duas únicas operadoras daqui suportadas pelo Twitter


Fonte: http://www.tecmundo.com.br/twitter/40048-ja-esta-no-ar-a-ferramenta-de-autenticacao-de-dois-fatores-do-twitter.htm#ixzz2UhGUyO7y

Vírus para Mac utiliza ID da Apple para infectar computadores

Além disso, malware tira capturas de tela para roubar qualquer tipo de informação.
Vírus para Mac utiliza ID da Apple para infectar computadores
Ao contrário do que muita gente talvez acredite, os computadores Mac podem ser infectados por vírus. Um exemplo disso é o que aconteceu com a máquina de um ativista dos direitos humanos da Angola. E o mais bizarro desta história é o fato de que o software malicioso utiliza um ID da Apple para se infiltrar no sistema.
Além disso, o ativista e também outras pessoas adquiriram esse vírus através de e-mails que copiavam os contatos, de modo que você acharia que a mensagem era de alguém confiável. Depois de instalado, o malware é programado para tirar capturas de tela, com o objetivo de roubar qualquer tipo de informação que possa gerar algum benefício.
As informações coletadas são mandadas diretamente para servidores que são controlados remotamente por hackers. Por conta disso, pessoas mal intencionadas poderiam conseguir senhas das suas redes sociais preferidas ou os códigos de acesso de contas bancárias — ou seja, as possibilidades de danos são imensas.

O problema está sendo resolvido

Para começar a resolver o problema, a Apple já desabilitou o ID responsável por infiltrar o vírus nos computadores Mac. Além disso, os sites que continham as capturas de tela estão sendo controlados pela equipe de segurança da empresa, de modo que eles podem conferir se o malware continua funcionando ou não.
Além disso, parece que o pessoal da Maçã também está trabalhando para evitar que os computadores Mac sejam atacados por vírus do tipo phishing — que são os vírus introduzidos por cliques, através de qualquer oferta que possa ser atrativa para a pessoa. No entanto, ainda não se sabe quais medidas vão ser tomadas para que isso aconteça.


Fonte: http://www.tecmundo.com.br/virus/39886-virus-para-mac-utiliza-id-da-apple-para-infectar-computadores.htm#ixzz2UhFj0pZl